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Calcula a tua prestação de crédito habitação

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anos

Contamos com taxa variável de referência (pressuposto) e habitação própria e permanente. Podes mudar tudo em «Em detalhe».

Como fazemos a conta

Calculamos a prestação e os custos de um crédito habitação com uma taxa hipotética, dentro das regras do Banco de Portugal.
  1. Quanto podes pedir

    O empréstimo vai até uma percentagem do valor da casa e até um prazo máximo que depende da tua idade.Regra do regulador · Recomendação Macroprudencial do Banco de Portugal
  2. A prestação

    Prestação constante, com Euribor de referência (com a data) mais um spread hipotético, ou com taxa fixa ou mista hipotética. Não é uma proposta de crédito.Pressuposto
  3. Os custos à parte

    IMT, Imposto do Selo sobre a compra e sobre o crédito, escritura, e seguros de vida e multirriscos.Regra legal · CIMT, art.º 17.º; Tabela Geral do Imposto do Selo, verbas 1.1 e 17.1.4

Mitos

  • Depende«O spread mais baixo é sempre o crédito mais barato.»Comissões, seguros e produtos associados podem anular a diferença.O que fazer: compara pela TAEG e pelo montante total a pagar (MTIC).Fonte: Banco de Portugal, Portal do Cliente Bancário; DL n.º 74-A/2017.
  • Depende«A taxa fixa é sempre mais cara.»Pagas pela certeza da prestação. Se a Euribor subir, a fixa pode sair mais barata. Se descer, sai mais cara.O que fazer: escolhe pela folga do teu orçamento: se uma subida da prestação te aperta, a certeza vale dinheiro.Fonte: cálculo do simulador.
  • Mito«Tenho de fazer o seguro de vida no banco.»Podes escolher a seguradora, desde que o seguro tenha as coberturas exigidas.O que fazer: pede a lista de coberturas ao banco e compara com o simulador 21.Fonte: DL n.º 74-A/2017; Lei n.º 14/2026.

Perguntas frequentes

O valor da prestação depende de vários fatores: o montante financiado, o capital ainda em dívida, o prazo do empréstimo, a taxa de juro (spread e indexante, quando aplicável), a modalidade de taxa (fixa, variável ou mista) e eventuais amortizações antecipadas.
Na taxa variável, a taxa de juro acompanha a evolução da Euribor. Sempre que ocorre a revisão da Euribor (normalmente de 3 em 3, 6 em 6 ou 12 em 12 meses), a prestação pode aumentar ou diminuir.Na taxa fixa, a taxa de juro mantém-se inalterada durante todo o período contratado, proporcionando estabilidade na prestação. Regra geral, a prestação inicial é superior à da taxa variável.A taxa mista combina as duas modalidades. Durante um período inicial (habitualmente 2, 5, 10 ou mais anos) aplica-se uma taxa fixa e, terminado esse período, o empréstimo passa para taxa variável indexada à Euribor.A escolha depende do perfil de risco, das expectativas sobre a evolução das taxas de juro e da previsibilidade que pretendes para o orçamento familiar.
Regra geral, os bancos financiam até 90% do menor valor entre o preço de aquisição e o valor da avaliação para habitação própria permanente.Para segunda habitação ou imóveis destinados a investimento, o limite de financiamento é normalmente inferior, variando de instituição para instituição.Até 31 de dezembro de 2026, encontra-se em vigor o regime de garantia pública para jovens, que permite, aos clientes elegíveis, obter financiamento até 100% do valor de aquisição, em casas até 450 000 €, desde que sejam cumpridos todos os requisitos legais e os critérios de aprovação da instituição de crédito.
A Euribor é o indexante mais utilizado nos créditos habitação em Portugal com taxa variável.Quando a Euribor sobe, a prestação tende a aumentar. Quando desce, a prestação tende a diminuir.Quem opta por taxa variável deve estar preparado para estas oscilações ao longo da vida do empréstimo.
Na maioria das situações, os compradores necessitam de capitais próprios, uma vez que os bancos financiam normalmente até 90% do valor do imóvel.Contudo, até 31 de dezembro de 2026, os jovens que cumpram os requisitos da garantia pública podem beneficiar de financiamento até 100% do valor de aquisição, em casas até 450 000 €.Importa, no entanto, recordar que continuam a existir despesas que normalmente não são financiadas, como avaliação, escritura, registos, impostos (quando aplicáveis) e outros encargos associados ao processo.
Embora sejam frequentemente confundidos, são conceitos diferentes.A taxa de esforço corresponde à percentagem do rendimento mensal líquido destinada ao pagamento das prestações dos créditos nas condições atuais.Já a DSTI (Debt Service-to-Income) é o indicador utilizado pelos bancos para avaliar a capacidade de endividamento do cliente. Ao contrário da taxa de esforço, considera também um cenário de stress, simulando um aumento das taxas de juro nos créditos sujeitos a esse risco e aplicando os pressupostos definidos pelas recomendações macroprudenciais do Banco de Portugal.Assim, um agregado pode ter uma taxa de esforço atual de 38%, mas uma DSTI superior, devido ao impacto dessa simulação.Desde 1 de agosto de 2026, a recomendação macroprudencial do Banco de Portugal recomenda aos bancos, como regra geral, uma DSTI máxima de 45%; cada banco pode ultrapassá-la numa pequena parte dos créditos que concede.
Dados oficiais verificados em 20/10/2026 · Fontes: Diário da República, Autoridade Tributária, Banco de Portugal · ver fontes