Logo CrediSegur
Grátis

CrediSegur Saúde Financeira

Simulador gratuito de Taxa de Esforço para Crédito
Rendimento Mensal Líquido (Agregado)
Prestação de Crédito de Habitação
Outros financiamentos em curso
Rendimento líquido do agregado0,00 €
Total de encargos mensais0,00 €
Rendimento disponível0,00 €
Encargo mensal máximo (45%)0,00 €
O Banco de Portugal recomenda que os encargos com crédito não ultrapassem 45% do rendimento líquido do agregado.
A taxa de esforço é a percentagem do rendimento mensal líquido que fica comprometido com o pagamento de encargos e prestações de crédito. Na prática, indica a percentagem de rendimento utilizada pelas responsabilidades atuais. É um dos principais indicadores que os bancos usam para avaliar o risco de um empréstimo. Quanto mais baixa for a taxa de esforço, mais equilibrado está o orçamento e maior é a probabilidade de um pedido de crédito ser aprovado.
O cálculo é simples: somam-se os encargos mensais e a renda ou prestação que pagas, divide-se esse total pelo rendimento mensal líquido, e multiplica-se por 100 para obter a percentagem. Taxa de Esforço = ( Total de Prestações de Crédito ÷ Rendimento Líquido Mensal ) × 100. Por exemplo, se tem um rendimento mensal de 2.500 euros, uma renda de 500 euros e outros encargos de 300 euros, a sua taxa de esforço é de (500 + 300) ÷ 2.500 × 100, ou seja, 32%. Nota importante sobre o rendimento: considere o rendimento líquido regular e recorrente. Parcelas variáveis ou não recorrentes — como ajudas de custo, prémios não regulares, comissões, trabalho suplementar ou rendimentos em espécie — podem ser ponderadas de forma diferente pelo banco e afetar a taxa de esforço efetivamente considerada. O nosso simulador faz este cálculo automaticamente a partir dos valores que introduzir, e mostra-lhe de imediato a percentagem e o nível de esforço correspondente.
De forma geral, uma taxa de esforço abaixo de 35% é considerada saudável e indica um orçamento familiar equilibrado.Entre 35% e 44,99% a taxa é preocupante e exige maior atenção ao orçamento.Entre 45% e 99,99% a taxa é crítica: o risco de dificuldades de pagamento é significativo e a aprovação de novos créditos torna-se pouco provável.A partir de 100% a taxa é incomportável, porque os encargos igualam ou ultrapassam o rendimento.O limite de referência que se escolhe no simulador (45% ou 50%) não define estes níveis: serve apenas para calcular o encargo mensal máximo e, com ele, o montante que o banco poderá emprestar.Estes níveis são apenas indicativos. A capacidade real de cada agregado depende também do rendimento, das despesas fixas e da existência de poupanças ou outras garantias.
O Banco de Portugal define, através de uma recomendação macroprudencial, o limite máximo de taxa de esforço que os bancos devem respeitar ao conceder crédito.Até agora, esse limite era de 50%.A partir de 1 de agosto de 2026, o limite geral passa a ser de 45%.Existe uma pequena margem de exceções que cada banco pode aplicar a uma parte reduzida dos seus contratos, mas a regra geral é esta.No simulador pode escolher o limite de referência (45% ou 50%) para ver que encargo mensal máximo — e, com ele, que montante de crédito — esse limite permite. Essa escolha não altera os níveis de taxa de esforço indicados acima.
Nem sempre da mesma forma.O simulador calcula a taxa de esforço a partir do rendimento líquido que indicar, mas o valor que o banco considera na avaliação pode ser diferente do total que recebe.Os bancos privilegiam o rendimento regular, estável e comprovável. Componentes variáveis ou não recorrentes — como ajudas de custo, prémios não regulares, comissões, trabalho suplementar ou rendimentos em espécie — são frequentemente ponderados de forma diferente: podem ser considerados apenas parcialmente, sujeitos a uma média de vários meses ou anos, ou excluídos quando não têm caráter permanente.Por isso, duas pessoas com o mesmo valor recebido podem ter capacidades de financiamento distintas, consoante a natureza e a estabilidade do rendimento.Para uma leitura mais realista, considere sobretudo o rendimento fixo e recorrente e, em caso de dúvida, confirme com a CrediSegur como cada componente é enquadrado.
Porque a taxa de esforço considera o conjunto de todos os compromissos de crédito, e não apenas um.Quando um banco avalia um pedido de crédito à habitação, soma a prestação da nova casa a todos os outros créditos que já possui, como crédito automóvel, crédito ao consumo ou cartões de crédito.Por isso, para que a simulação reflita a sua situação real, é importante incluir todos os encargos mensais relevantes.Uma taxa de esforço que parece confortável olhando apenas para um crédito pode revelar-se elevada quando se somam todas as responsabilidades financeiras.
A taxa de esforço depende de três fatores: o rendimento líquido, os encargos mensais e o valor da prestação futura.Aumentar o rendimento faz a taxa de esforço diminuir.Aumentar os encargos ou a prestação faz a taxa subir.No caso de um crédito à habitação, o montante financiado e o prazo têm um efeito direto na prestação mensal: um empréstimo maior ou um prazo mais curto traduzem-se, normalmente, numa prestação mais elevada.É por isso que dois agregados com o mesmo rendimento podem apresentar taxas de esforço muito diferentes.
Não necessariamente, mas dificulta.Uma taxa de esforço acima do limite recomendado sinaliza ao banco um maior risco de incumprimento, pelo que a maioria dos pedidos nessa situação tende a ser recusada.Ainda assim, as instituições financeiras dispõem de uma margem para aprovar uma pequena percentagem de contratos acima do limite, normalmente quando existem rendimentos elevados, património financeiro ou outras garantias relevantes.Também existem formas de melhorar a taxa de esforço antes de pedir crédito, como consolidar créditos existentes, reduzir prestações mensais, aumentar a entrada inicial ou optar por um prazo de financiamento mais alargado.
Não.O simulador apresenta uma estimativa baseada exclusivamente nos valores que introduz, permitindo obter uma indicação da sua taxa de esforço e da sua situação financeira.Na análise de um pedido de crédito, os bancos podem considerar fatores adicionais, como um agravamento da taxa de juro, uma eventual redução do rendimento após a reforma ou critérios internos de avaliação.A simulação é apenas uma ferramenta de apoio ao planeamento financeiro e não constitui uma decisão de crédito.Para uma avaliação personalizada e definitiva, deverá consultar a CrediSegur.
O rendimento líquido médio mensal é o valor médio que o agregado familiar tem disponível em cada mês para fazer face às suas despesas, após impostos e contribuições obrigatórias.Este indicador é utilizado na análise da capacidade financeira do agregado, sendo um dos elementos considerados na avaliação de pedidos de crédito.
O cálculo é efetuado somando todos os rendimentos líquidos anuais recorrentes do agregado familiar e dividindo esse valor por 12 meses.Fórmula:Rendimento Líquido Médio Mensal = Total dos Rendimentos Líquidos Anuais ÷ 12.
Porque o objetivo é apurar um valor médio mensal disponível ao longo do ano.Os trabalhadores por conta de outrem recebem normalmente 14 remunerações anuais (12 salários, subsídio de férias e subsídio de Natal). Para refletir corretamente o rendimento médio mensal, esse valor anual deve ser dividido pelos 12 meses.Exemplo:Salário líquido mensal: 1.500 €Total anual: 1.500 € × 14 = 21.000 €Rendimento líquido médio mensal: 21.000 € ÷ 12 = 1.750 €.Se os subsídios forem pagos em duodécimos, basta considerar o valor líquido mensal recebido.
Considera-se o salário líquido anual, incluindo os subsídios de férias e de Natal.Fórmula:(Salário líquido mensal × 14) ÷ 12Exemplo:Salário líquido mensal: 1.800 €Rendimento líquido médio mensal: (1.800 € × 14) ÷ 12 = 2.100 €.
Na fase de pré-análise considera-se, por simplificação, que o rendimento líquido corresponde a 75% da faturação bruta anual.Fórmula:(Faturação Bruta Anual × 75%) ÷ 12Exemplo:Faturação anual: 60.000 €Rendimento líquido considerado: 45.000 €Rendimento líquido médio mensal: 3.750 €.
Nestes casos não deve ser utilizada a faturação como rendimento, uma vez que grande parte corresponde aos custos da atividade.Para efeitos de pré-análise considera-se, por simplificação, que o rendimento líquido corresponde a 15% da faturação bruta anual.Fórmula:(Faturação Bruta Anual × 15%) ÷ 12Exemplo:Faturação anual: 360.000 €Rendimento líquido considerado: 54.000 €Rendimento líquido médio mensal: 4.500 €.
Deve considerar-se o rendimento que efetivamente entra no agregado familiar, nomeadamente a remuneração mensal e a distribuição regular de lucros, quando exista.O volume de negócios da empresa não corresponde ao rendimento do agregado.
Considera-se o valor líquido anual da pensão, incluindo eventuais subsídios, dividido por 12 meses.
Considera-se o rendimento líquido anual obtido através das rendas recebidas, dividido por 12 meses.
Sim.Devem ser incluídos todos os rendimentos recorrentes que contribuam de forma regular para o orçamento familiar, desde que possam ser comprovados.
Não devem ser considerados rendimentos ocasionais ou extraordinários, como venda de imóveis, venda de automóveis, heranças, indemnizações pontuais, prémios ocasionais, levantamentos de poupanças ou outros recebimentos sem caráter recorrente.
Devem somar-se todos os rendimentos líquidos anuais de cada elemento do agregado familiar e dividir o total por 12 meses.Exemplo:Elemento A: Salário líquido de 1.700 €/mês → 1.700 € × 14 = 23.800 €Elemento B: Trabalhador independente com faturação anual de 48.000 € → rendimento considerado de 36.000 €Rendas: 6.000 €/anoTotal anual: 65.800 €Rendimento líquido médio mensal: 65.800 € ÷ 12 = 5.483,33 €.
Porque permite avaliar corretamente a capacidade financeira do agregado familiar, eliminando distorções provocadas pelo pagamento dos subsídios de férias e de Natal, pela sazonalidade de algumas atividades, por meses com maior ou menor faturação e por rendimentos extraordinários.Desta forma obtém-se uma visão mais realista da capacidade económica do agregado.
Não.Esta metodologia destina-se apenas à pré-análise financeira e permite estimar rapidamente o rendimento líquido médio mensal do agregado familiar.A análise definitiva dependerá sempre da documentação exigida pela instituição financeira, como declarações de IRS, notas de liquidação, recibos de vencimento, demonstrações financeiras ou outros documentos que permitam confirmar o rendimento efetivamente auferido.