
Crédito habitação jovem
A chave para a tua primeira casa é agoraFinanciamento até 100%O Estado garante até 15% do valor da transação, durante os primeiros 10 anos do crédito.
IMT e Imposto do Selo na primeira casaSe tens até 35 anos, não és dependente para IRS e não foste proprietário de habitação nos últimos três anos, a primeira compra de habitação própria e permanente fica isenta de IMT até 330 539 € no Continente e 413 174 € nas Regiões Autónomas (valores de 2026), com taxa reduzida até 660 982 € e 826 228 €, respetivamente, e tens dedução no Imposto do Selo até ao mesmo limite. O benefício caduca se, nos seis anos seguintes, deres outro destino à casa (com exceções, como a venda).
Prazo até 40 anosUm prazo mais longo baixa a prestação e a taxa de esforço, mas aumenta o total de juros.
Na CrediSegur, acompanhamos o teu pedido de crédito habitação jovem com a garantia pública do Estado, que permite ao banco financiar até 100% na compra da tua primeira casa, se aprovar o pedido.
Vê se cumpres todos os requisitos
Vamos começar?- Ter entre 18 e 35 anos de idade
- Domicílio fiscal em Portugal
- Rendimentos até ao 8.º escalão do IRS (em 2026, cerca de 6188 €/mês)
- Não ser proprietário de prédio urbano ou de qualquer fração autónoma de prédio urbano destinada a habitação
- Sem dívidas às Finanças nem à Segurança Social
- Valor da compra até 450 000 €
- Não ter beneficiado anteriormente da garantia do Estado
Benefícios na primeira habitação para jovens
Compra a tua casa sem entrada, se o banco aprovar o financiamento até 100% com a garantia pública; continuas a pagar Imposto do Selo, comissões e seguros.- O Estado garante até 15% do valor da transação, durante os primeiros 10 anos do crédito, cobrindo a percentagem de financiamento que o banco não suportaria. Podes obter financiamento até 100% do valor de aquisição e assim compras mais facilmente a tua nova casa
- Isenção de IMT até 330 539 € no Continente e 413 174 € nas Regiões Autónomas (valores de 2026), com taxa reduzida até 660 982 € e 826 228 €, respetivamente, e dedução no Imposto do Selo até ao mesmo limite, na primeira compra de habitação própria e permanente, se não foste proprietário de habitação nos últimos três anos e não és dependente para IRS. O benefício caduca se, nos seis anos seguintes, deres outro destino à casa (com exceções, como a venda).
- Garantia válida durante 10 anos
- Possibilidade de renegociação ou transferência do crédito sem perder as condições da garantia
- Acompanhamento constante da CrediSegur em todo o processo

Documentos que vais precisar
Reúne a documentação necessária- Cartão de Cidadão ou documento equivalente
- Certidão de domicílio fiscal
- Nota de liquidação do IRS com comprovativo da Segurança Social dos rendimentos dos últimos 3 meses
- Certidão predial negativa
- Caderneta Predial Urbana
- Certidão de não dívida (Finanças e Segurança Social)

Exemplo ilustrativoCrédito habitação jovem — garantia pública
Quanto poderiam poupar o Carlos e a Joana na primeira casa, com uma TAN e seguros mais baixos?
Um exemplo de cálculo, com duas situações hipotéticas de crédito habitação jovem com garantia pública.Carlos e Joana são personagens fictícias, criadas para fins ilustrativos — não correspondem a um caso real.
Financiamento até 100% com garantia pública, para contratos assinados até 31 de dezembro de 2026
Sujeito a aprovação do banco, que avalia a tua capacidade de pagamento. A continuidade da medida em 2027 está prevista no OE2027, mas ainda não foi aprovada.Vê como fazer, passo a passoQuem pode beneficiar
- Ter entre 18 e 35 anos (todos os titulares)
- Domicílio fiscal em Portugal
- Rendimentos até ao 8.º escalão do IRS
- Compra da primeira habitação própria e permanente
- Valor da transação até 450 000 €
- Não ser proprietário de prédio urbano ou fração habitacional
- Nunca ter beneficiado da garantia pública
- Situação fiscal e contributiva regularizada
Precisas de transferir, construir ou de outra finalidade?
Vê as outras soluções de crédito habitação.- Transferência
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Avaliações de clientes da CrediSegur no Google
Ver todas as avaliações no GoogleAvaliações publicadas no Google. A CrediSegur não as edita.
Union de Créditos Inmobiliários, S.A. – Sucursal em Portugal
COFIDIS
SICAM – Caixa Central e Caixas de Crédito Agrícola Mútuo
Caixa Geral de Depósitos, S.A.
BNP Paribas Personal Finance, S.A. – Sucursal em Portugal
BBVA, Instituição Financeira de Crédito S.A.
Bankinter, S.A. – Sucursal em Portugal
Banco CTT, S.A.
Banco BPI, S.A.
Banco Santander Totta, S.A.
Novo Banco, S.A.
Banco de Negócios Internacional (Europa), S.A.
ABANCA Portugal, S.A.
Durante um período de 10 anos a contar da data de formalização do contrato de crédito. A Garantia Pública funciona como uma segurança adicional para o banco, permitindo melhores condições de financiamento para o cliente. Após o fim desses 10 anos, a garantia termina automaticamente, passando o crédito a seguir as regras normais, sem o apoio do Estado como fiador.
Em caso de incumprimento, o banco aciona a Garantia Pública e o Estado assume temporariamente o pagamento do valor em dívida. No entanto, o cliente continua responsável por esse montante e terá de o regularizar junto da instituição financeira. Após essa regularização, o banco devolve o valor ao Estado. Ou seja, a garantia protege o banco, mas não isenta o cliente das suas obrigações.
Sim. Durante o período da garantia, podes renegociar as condições do teu crédito, como o prazo ou a taxa de juro, sem perder este benefício. Tudo isto, se o banco aceitar as alterações. A existência da Garantia Pública não impede estas renegociações, nem invalida o contrato.
Sim, é possível transferir o crédito, desde que o novo banco tenha aderido ao protocolo da Garantia Pública. No entanto, deves ter em atenção que a garantia não é renovada com a transferência, mantém-se apenas pelo tempo restante do prazo inicial de 10 anos. Isto significa que, por exemplo, se já usufruíste da garantia durante 6 anos, ao transferires o crédito ela só se mantém por mais 4 anos.
Esta medida é válida para contratos de crédito celebrados até 31 de dezembro de 2026.
Sim. É possível beneficiar da Garantia Pública e, em simultâneo, usufruir da isenção total ou parcial de IMT e de Imposto do Selo, desde que cumpras os respetivos requisitos.
Não. Esta medida não tem efeitos retroativos. Isto significa que só se aplica a contratos de crédito celebrados após a publicação da legislação, que ocorreu em setembro de 2024. Ou seja, créditos habitação assinados antes dessa data não podem beneficiar desta medida, mesmo que o cliente cumpra todos os restantes critérios.
Depende da situação de cada comprador. A isenção de IMT e a dedução no Imposto do Selo aplicam-se apenas ao comprador que tenha até 35 anos, não seja dependente para IRS, não tenha sido proprietário de habitação nos últimos três anos e cumpra os restantes critérios da medida. Se um dos compradores não cumprir estas condições, essa pessoa não beneficia da isenção e terá de pagar os impostos correspondentes à sua parte da aquisição. O outro comprador, se cumprir os requisitos, poderá usufruir da isenção.
Não. Jovens que sejam considerados dependentes para efeitos de IRS no ano da compra não são elegíveis para estas medidas. Isto acontece porque, para beneficiar dos apoios, o comprador tem de ser fiscalmente independente, ou seja, ter a sua própria declaração de IRS e autonomia fiscal. Se ainda fizer parte do agregado familiar de outra pessoa como dependente, não reúne os requisitos necessários.
Não. A isenção aplica-se exclusivamente à aquisição de imóveis destinados a habitação própria e permanente. Isto significa que não abrange: créditos para obras ou remodelações, compra de terrenos e outros tipos de financiamento que não envolvam a aquisição direta de uma casa para residência própria. Importa referir que, no caso de compra de terreno para construção de casa, o IMT incide apenas sobre o valor do terreno, e não sobre o custo da construção. No entanto, essa situação não está abrangida pela isenção prevista nesta medida.
Não. Embora o Seguro de Vida e o Seguro Multirriscos Habitação sejam exigidos pelos bancos como condição para conceder o crédito, não és obrigado a contratá-los na mesma instituição onde fazes o empréstimo. Podes escolher livremente a seguradora que te oferecer as melhores condições, desde que as coberturas cumpram os requisitos mínimos exigidos pelo banco. Muitas vezes, contratar os seguros fora do banco permite obter uma melhor relação preço/cobertura, o que pode representar uma poupança significativa ao longo do tempo.
Sim. Apesar da Garantia Pública e das isenções fiscais, existem alguns custos que continuam a ser da responsabilidade do cliente:• Imposto do Selo sobre o valor financiado• Comissões bancárias, como a avaliação do imóvel e a formalização do contrato• Seguros obrigatórios (Seguro de Vida e Seguro Multirriscos Habitação)Estes encargos fazem parte do processo normal de contratação de um crédito habitação e não estão abrangidos pelas isenções previstas nesta medida.
Arrendar, não: durante os 10 anos da garantia, a casa tem de ser a tua habitação própria e permanente. Vender, sim: podes vender a casa durante a garantia; nesse caso, a garantia do Estado termina quando o banco emite o distrate da hipoteca ou consente a venda. Confirma com o banco as condições do teu contrato.
Sem custos de intermediação para ti
A CrediSegur é remunerada pelos bancos parceiros. O custo do crédito mede-se pela TAEG e pelo MTIC.