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Se faltar um rendimento, quanto tempo aguenta a minha família?

Desemprego, uma doença longa ou a morte de quem ganha. Vê o que a Segurança Social paga, quanto fica a faltar por mês e quantos meses aguentam as vossas poupanças.
  • Intermediário de crédito e agente de seguros registado no BdP e na ASF
  • Apoios da Segurança Social pelas regras em vigor
  • Sem custos nem compromisso
O que acontece a quem ganha?

Três perguntas sobre uma pessoa da casa e o que a família tem

Faz a conta para uma pessoa de cada vez. Depois, troca e vê a outra.
€

Contamos com 1 200 € por mês, um valor de referência. Põe o teu para teres a conta certa.
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Se o deixares em branco, contamos com 1 000 € por mês. Se não entra mais nada, carrega em «Mais nada».
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Contamos com 5 000 € de poupanças, um valor de referência.
Contamos que o essencial leva 70% do que entra em casa e que esta pessoa tem 40 anos e 15 anos de descontos. Na morte, contamos com uma prestação da casa de 600 €, paga pelo seguro de vida.

O que a Segurança Social paga

São estimativas pelas regras gerais. O valor certo depende da tua carreira: confirma na Segurança Social Direta.
  • 65% do ordenado bruto, no máximo 1 342,83 € por mês. Dura entre 5 meses e 2 anos e 2 meses, conforme a idade e os descontos.A recibos verdes, só em casos específicos
  • 55% do ordenado bruto no primeiro mês, e sobe até 75% nas baixas longas. Os primeiros 3 dias não são pagos.A recibos verdes: 10 dias sem pagamento e 1 ano no máximo
  • A família recebe uma pensão de sobrevivência: 60% da pensão que a pessoa teria, mais uma parte por cada filho. E 1 611,39 € de subsídio por morte, de uma vez.Com poucos anos de descontos, a pensão é pequena

Como fazemos a conta

Mostramos quanto tempo a tua família aguenta se faltar o teu salário, por desemprego, doença ou morte.
  1. O que a Segurança Social paga

    Subsídio de desemprego, subsídio de doença ou pensão de sobrevivência, com os limites e prazos da lei.Regra legal · DL n.º 220/2006, DL n.º 28/2004, DL n.º 322/90 e DL n.º 187/2007
  2. O que falta por mês

    Despesas essenciais menos esse apoio e os outros rendimentos do agregado.Os teus dados; Pressuposto
  3. Quantos meses aguentas

    Dividimos as poupanças pelo que falta por mês e comparamos com os meses de referência. O que ficar a descoberto é o que um seguro pode cobrir.Pressuposto
São estimativas pelas regras gerais. O valor certo depende da tua carreira: confirma na Segurança Social Direta.

Casos ilustrativos

Ilustração: a Telma e o Ivo à mesa da cozinha, com as contas da casa
Exemplo ilustrativo

A Telma e o Ivo ganham bem. Por isso mesmo, o desemprego pesava mais.

Vivem em Ovar com 2 filhos. O Ivo ganha 2 600 € por mês e a Telma 950 €. No essencial, gastam 2 850 €. Achavam que o subsídio de desemprego segurava as contas. Não sabiam que tem um máximo: 1 342,83 € por mês, ganhe-se o que se ganhar.
  1. 1«Se o Ivo ficar sem trabalho, quanto tempo aguentamos?»
  2. 2O subsídio do Ivo ficava no máximo: 1 342,83 € por mês, cerca de metade do que ganha. Com o ordenado da Telma, entravam 2 293 € e saíam 2 850 €. Ficavam a faltar 557 € todos os meses.
  3. 3Com a CrediSegur, baixaram as despesas fixas e estão a reforçar o fundo de emergência. Para um ano de autonomia, faltam-lhes 686 €.

Fica a faltar 557 €/mês

No desemprego, aguentam10 meses

No desemprego, aguentam
10 meses
com 6 000 € de poupanças
Fica a faltar
557 €/mês
todos os meses, para o essencial
Numa baixa longa
3 anos e 3 meses
o subsídio cobre o essencial enquanto a baixa dura
«O subsídio existe, mas não foi feito para as nossas contas.» — Telma
Ilustração: o Jaime no sofá com a mulher e os filhos
Exemplo ilustrativo

O Jaime é o único ordenado da casa. Quis saber o que ficava.

Tem 36 anos e vive em Ílhavo, numa casa arrendada, com a mulher e 2 filhos. Ganha 1 700 € por mês e a família gasta 1 450 € no essencial. Como a casa é arrendada, não há seguro de vida de crédito. Se o Jaime faltar, a renda continua todos os meses.
  1. 1«Se eu faltar, com o que é que eles ficam?»
  2. 2A pensão de sobrevivência da mulher e dos filhos seria de cerca de 605 € por mês. Para o essencial, ficavam a faltar 845 € todos os meses. As poupanças e o subsídio por morte, 7 611 € ao todo, aguentavam 9 meses.
  3. 3Pediu à CrediSegur uma análise das necessidades da família. O simulador deu-lhe o ponto de partida: quanto falta para a família aguentar 5 anos.

A família aguenta 9 meses

Falta de proteção estimada, para 5 anos43 089 €

Falta de proteção estimada, para 5 anos
43 089 €
é uma conta, não é um capital recomendado
A família aguenta
9 meses
com as poupanças e o subsídio por morte
Fica a faltar
845 €/mês
todos os meses, para o essencial
«Sempre pensei que a pensão resolvia. Com 12 anos de descontos, não resolve.» — Jaime
*Exemplo ilustrativo e não vinculativo, com personagem e valores fictícios, meramente indicativos e sujeitos a confirmação. Não constitui uma proposta de seguro nem substitui a análise da situação pessoal de cada cliente, nem a aceitação do risco pela seguradora. Nos termos do dever de informação previsto na Lei n.º 7/2019, de 16 de janeiro (regime jurídico de distribuição de seguros). CrediSegur (CRRF Brokerage, Lda.) — Agente de Seguros inscrito na ASF sob o n.º 421571530, para os ramos Vida e Não Vida, ao abrigo de acordo comercial com a Seguramos – Corretores de Seguros, S.A. Em caso de litígio, o cliente pode recorrer ao CIMPAS — Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Seguros. Casos ilustrativos: personagens, valores e condições são fictícios e servem apenas para demonstrar o funcionamento do simulador. Os apoios da Segurança Social são estimativas pelas regras gerais. A pensão de sobrevivência é uma estimativa pelas regras gerais. A falta de proteção estimada é uma conta, não é um capital recomendado: propostas de seguro só depois da análise das necessidades do cliente.

O que é verdade e o que é mito na proteção da família

Quatro ideias que ouvimos muitas vezes, e o que fazer em cada uma.
  • Mito«De baixa, recebo o ordenado.»Falso. No primeiro mês recebes 55% do ordenado bruto, e os primeiros 3 dias não são pagos. Só nas baixas longas chega a 75%.O que fazer: Vê quanto fica a faltar no primeiro mês de baixa.
  • Depende«O seguro do crédito protege a família.»Paga a dívida da casa, o que já é muito. Mas não paga a comida, a escola nem as outras contas. E quem vive em casa arrendada não o tem.O que fazer: Simula a morte com e sem o seguro do crédito.
  • Mito«A pensão de sobrevivência dá para viver.»Falso em muitos casos. É uma parte da pensão que a pessoa teria. Com poucos anos de descontos, fica muito abaixo do ordenado.O que fazer: Põe os teus anos de descontos e vê o valor.
  • Verdade«6 meses de despesas de lado mudam tudo.»Verdade. Um fundo de emergência dá tempo para procurar trabalho ou recuperar, sem recorrer a crédito caro.O que fazer: Começa por um mês de despesas e vai subindo.

Perguntas frequentes

São 65% do ordenado bruto médio, a contar com os subsídios de férias e de Natal. O mínimo é de 537,13 €, ou de 617,70 € para quem ganhava pelo menos o salário mínimo. O máximo é de 1342,83 € por mês. Também não pode passar de 75% do que recebias depois dos descontos. A duração depende da idade e dos anos de descontos.
55% do ordenado bruto até aos 30 dias, 60% até aos 90, 70% até aos 365 e 75% depois disso. Os primeiros 3 dias não são pagos a quem trabalha por conta de outrem. A baixa pode durar até 1095 dias.
O marido, a mulher ou o companheiro recebe 60% da pensão a que terias direito. Os filhos recebem mais 20%, 30% ou 40%, conforme sejam um, dois ou três ou mais. A família recebe ainda um subsídio por morte de 1611,39 €, pago de uma vez. É preciso ter pelo menos 3 anos de descontos.
Parte do teu ordenado bruto de hoje, conta 2% por cada ano de descontos, com um mínimo de 30%, e aplica uma redução porque a pensão olha para a carreira toda. É uma estimativa. O valor certo está na Segurança Social Direta.
Se a pessoa que tem o seguro morrer, o seguro paga ao banco o que ela devia. Se tiver a cobertura de invalidez, também paga se a pessoa ficar sem poder trabalhar. Não paga numa baixa normal nem no desemprego. Num casal, vê que parte da dívida o seguro paga por cada um: pode ser toda ou só metade.
Na doença, há 10 dias sem pagamento e o apoio dura no máximo 365 dias. No desemprego, só há apoio em casos específicos, como para quem recebe a maior parte do rendimento de uma só empresa. Por isso, o simulador faz a conta sem apoio no desemprego.
Dados oficiais verificados em 20/10/2026 · Fontes: Diário da República, Autoridade Tributária, Banco de Portugal, Segurança Social, Assembleia da República, JORAM (Madeira) · ver fontes
Nota importante: Simulação informativa. Os apoios são estimativas pelas regras gerais da Segurança Social em vigor e não substituem o cálculo oficial: confirma na Segurança Social Direta. O ordenado bruto é estimado a partir do líquido, para uma pessoa sem dependentes. A falta de proteção estimada é uma conta, não é um capital recomendado nem uma proposta de seguro. Regras usadas: DL n.º 220/2006 (subsídio de desemprego); valores de 2026, a confirmar na Segurança Social Direta; DL n.º 28/2004 (subsídio de doença); DL n.º 322/90 e DL n.º 187/2007 (pensão de sobrevivência e subsídio por morte); o fator de carreira 0,8 é um pressuposto. A CRRF – BROKERAGE, LDA (CrediSegur) é intermediário de crédito vinculado registado no Banco de Portugal (n.º 0001290) e agente de seguros registado na ASF (n.º 421571530). Propostas de seguro só depois da análise das necessidades do cliente.