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Compensa tirar os seguros do banco?

Os seguros de fora podem ser mais baratos. Mas o banco sobe a prestação a quem os tira. Vê quanto podem custar os seguros de fora para ficares mesmo a ganhar.
  • Intermediário de crédito e agente de seguros registado no BdP e na ASF
  • Compara coberturas iguais, com as regras de 2026
  • Sem custos nem compromisso
Desde abril de 2026, o banco só pode exigir a cobertura de morte A comparação usa as coberturas que tens hoje: morte e invalidez, com o mesmo valor seguro. A invalidez passou a ser escolha tua. Confirma com o banco como se aplica ao teu contrato.
Que seguros queres tirar do banco?

Três perguntas e ficas a saber se compensa tirar os seguros do banco

Os valores estão nos extratos da conta e no contrato do crédito.
€

Contamos com 75 € por mês, um valor de referência. Põe o teu para teres a conta certa.
€

Contamos com 120 000 € em dívida, um valor de referência.
pontos

Contamos com 0,40 pontos, o habitual (entre 0,30 e 0,50). Confirma no teu contrato.
Contamos com 25 anos de crédito pela frente e uma taxa de juro de referência de 3,67%. São pressupostos.

Como fazemos a conta

Comparamos ficar com os seguros do banco com mudar para outra seguradora, contando com o desconto no spread que podes perder.
  1. O que pagas hoje

    Prémios do seguro de vida e do multirriscos que tens no banco, com aumento anual de referência.Os teus dados; Pressuposto
  2. O que custa sair

    Se o banco te dá desconto no spread por teres os seguros lá, calculamos os juros a mais que pagas sem ele.Pressuposto
  3. O saldo

    Poupança nos prémios menos juros a mais, no horizonte de referência. Tens direito a escolher a seguradora, desde que o seguro cumpra as coberturas exigidas.Regra legal · DL n.º 74-A/2017; Lei n.º 14/2026

Casos ilustrativos

Ilustração: a Margarida à secretária, com o contrato do crédito e as contas do mês
Exemplo ilustrativo

A Margarida tirou os dois seguros do banco e ficou a pagar menos.

Tem 41 anos e vive em Guimarães. Deve 140 000 € ao banco, faltam 27 anos, e pagava 96 € por mês pelo seguro de vida e pelo da casa. Tinha medo de que a prestação subisse mais do que poupava nos seguros.
  1. 1«Se tirar os seguros, o banco sobe-me a prestação. Ainda compensa?»
  2. 2Sem os seguros do banco, a prestação sobe 31,24 € por mês. Por isso, os seguros de fora só compensavam abaixo de 64,76 €. A proposta com as mesmas coberturas era de 48 €.
  3. 3Pediu à CrediSegur a comparação com coberturas iguais e mudou os dois seguros. O banco aceitou as novas apólices. Poupa 16,76 € por mês, já com a subida da prestação.

A prestação sobe 31,24 €/mês

Poupança por mês16,76 €/mês

Poupança por mês
16,76 €/mês
já com a subida da prestação
A prestação sobe
31,24 €/mês
por mês, com o spread 0,40 pontos acima
Em 10 anos
2 855 €
com os pressupostos
«Eu só olhava para o preço do seguro. Faltava-me a outra metade da conta.» — Margarida
Ilustração: a Graça e o Armando na sala, a rever as contas da casa
Exemplo ilustrativo

A Graça e o Armando mudaram só o seguro de vida.

Têm 56 e 58 anos e vivem em Vila Nova de Famalicão. Já só devem 48 000 €, faltam 11 anos, mas o seguro de vida do banco custava-lhes 118 € por mês. Com a idade, o seguro ficou caro.
  1. 1«O seguro de vida já custa quase tanto como a luz e a água juntas. Podemos mudar?»
  2. 2Sem o seguro de vida do banco, a prestação sobe só 5,72 € por mês. O seguro de fora podia custar até 112,28 €. A proposta com as mesmas coberturas era de 79 €.
  3. 3Mudaram o seguro de vida com a CrediSegur e deixaram o seguro da casa no banco, onde a diferença era pequena. Poupam 33,28 € por mês.

A prestação sobe 5,72 €/mês

Poupança por mês33,28 €/mês

Poupança por mês
33,28 €/mês
já com a subida da prestação
A prestação sobe
5,72 €/mês
por mês, com o spread 0,25 pontos acima
Em 10 anos
4 679 €
com os pressupostos
«Devemos pouco, por isso a prestação quase não mexeu.» — Armando
Ilustração: um casal jovem em frente a um prédio, com um longo caminho pela frente e uma balança que pende para o lado do crédito
Exemplo ilustrativo

Quem deve muito e paga pouco de seguro pode não ganhar nada.

Seguros do banco por mês 38 €

Sem os seguros, a prestação sobe42,81 €

Um casal de 32 anos deve 180 000 € e ainda tem 35 anos de crédito pela frente. Paga 38 € por mês pelos seguros do banco. Sem eles, a prestação subia 42,81 € por mês: mais do que os próprios seguros. Aqui, nenhum preço de fora compensa. O que pode compensar é rever o crédito todo.
*Exemplo ilustrativo e não vinculativo, com personagem e valores fictícios, meramente indicativos e sujeitos a confirmação. Não constitui uma proposta de seguro nem substitui a análise da situação pessoal de cada cliente, nem a aceitação do risco pela seguradora. Nos termos do dever de informação previsto na Lei n.º 7/2019, de 16 de janeiro (regime jurídico de distribuição de seguros). CrediSegur (CRRF Brokerage, Lda.) — Agente de Seguros inscrito na ASF sob o n.º 421571530, para os ramos Vida e Não Vida, ao abrigo de acordo comercial com a Seguramos – Corretores de Seguros, S.A. Em caso de litígio, o cliente pode recorrer ao CIMPAS — Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Seguros. Casos ilustrativos: personagens, valores e condições são fictícios e servem apenas para demonstrar o funcionamento do simulador. A subida do spread e a taxa de juro são pressupostos, não são condições de nenhum banco. Propostas de seguro só depois da análise das necessidades do cliente.

O que é verdade e o que é mito nos seguros do crédito

Quatro ideias que ouvimos muitas vezes, e o que fazer em cada uma.
  • Mito«Sou obrigado a ter os seguros no banco.»Falso. A lei deixa-te escolher a seguradora. O banco pode subir o spread, mas só o que estiver escrito no contrato.O que fazer: Vê no contrato quanto sobe o spread sem cada seguro.
  • Depende«Os seguros de fora são sempre mais baratos.»Muitas vezes é. Mas a prestação sobe. Em créditos grandes e recentes, a subida pode levar toda a poupança.O que fazer: Compara o preço de fora com o limite que o simulador te dá.
  • Verdade«O banco só pode exigir a cobertura de morte.»Verdade, desde abril de 2026. A invalidez passou a ser escolha tua. Mas, sem ela, a dívida continua se ficares sem poder trabalhar. Confirma com o banco como se aplica ao teu contrato.O que fazer: Decide as coberturas pela tua vida, não só pelo preço.
  • Mito«Um seguro de vida é igual a outro.»Falso. Há seguros que só pagam numa invalidez total, e outros que pagam mais cedo. O valor seguro também muda.O que fazer: Pede as condições por escrito e compara linha a linha.

Perguntas frequentes

Podes. A lei do crédito habitação deixa-te escolher a seguradora, desde que o novo seguro tenha as coberturas que o banco pode exigir e o banco como beneficiário. Podes mudar em qualquer altura do crédito.
Quando fizeste o crédito, o banco deu-te um desconto no spread por teres os seguros com ele. Chama-se bonificação. Se tirares os seguros, perdes esse desconto e a taxa de juro sobe. O valor está no contrato e costuma ficar entre 0,30 e 0,50 pontos para os dois seguros.
A Lei n.º 14/2026 diz que o banco só pode exigir a cobertura de morte no seguro de vida. A invalidez passou a ser opcional. A lei também deixa trocar o seguro de vida por outra garantia, como a hipoteca de outra casa ou um fiador. Confirma com o teu banco como se aplica ao teu contrato.
São as mesmas situações cobertas e o mesmo valor seguro. No seguro de vida, vê se tem morte e invalidez, e que tipo de invalidez. No seguro da casa, vê o valor de reconstrução e se inclui o recheio. Só assim a comparação de preços é justa.
Não pode recusar um seguro que cumpra o que o contrato pede. Pode pedir a apólice e as condições para confirmar. Por isso, nunca canceles o seguro do banco antes de o novo estar aceite.
Porque o risco sobe com a idade. Em muitos seguros de fora, o valor seguro acompanha o que ainda deves, o que trava a subida. O simulador usa uma subida média de 3,0% por ano, que podes mudar em «Afinar pressupostos».
Dados oficiais verificados em 20/10/2026 · Fontes: Diário da República, Autoridade Tributária, Banco de Portugal · ver fontes
Nota importante: Simulação informativa. A subida do spread sem os seguros, a taxa de juro e a subida dos prémios são pressupostos que podes mudar; não são condições de nenhum banco nem de nenhuma seguradora. Confirma no teu contrato quanto sobe o spread antes de decidir. Regras do seguro de vida associado ao crédito habitação: DL n.º 74-A/2017 (o cliente pode escolher o segurador) e Lei n.º 14/2026, de 27 de abril (o banco só pode exigir a cobertura de morte). A CRRF – BROKERAGE, LDA (CrediSegur) é intermediário de crédito vinculado registado no Banco de Portugal (n.º 0001290) e agente de seguros registado na ASF (n.º 421571530); não cobra honorários pela intermediação de crédito. Propostas de seguro só depois da análise das necessidades do cliente.