
Como fazer o teu subsídio de Natal render mais
Já recebeste o subsídio de Natal? Descobre formas inteligentes de aplicar este rendimento extra que podem trazer um valor acrescentado às tuas finanças pessoais.Se sim, já sabes para onde vai esse dinheiro? Ou já o utilizaste na prenda para aquela pessoa especial…ou no jantar de Natal do teu grupo de amigos?
Se a resposta foi «sim» a tudo, estás longe de estar sozinho… Mas e se te disséssemos que este rendimento extra pode fazer muito mais por ti, principalmente, pelas tuas finanças pessoais.
Neste guia mostramos-te várias formas inteligentes de aplicares o teu subsídio de Natal, que te podem trazer um valor acrescentado no futuro!
Tens créditos? Começa por aqui!
Aproveita para amortizar as dívidas que tens em mãos, sejam elas de um crédito pessoal ou de um cartão de crédito. Assim, consegues reduzir a prestação mensal, diminuir o valor dos juros a pagar até ao final do contrato e manter um historial limpo no Mapa de Responsabilidades do Banco de Portugal.
Se tens dúvidas sobre como funciona, podes falar com um dos nossos gestores, sem compromisso.
Crédito habitação: amortizar com o subsídio
A isenção temporária da comissão de amortização nos créditos à taxa variável terminou a 31 de dezembro de 2025. Hoje, o banco pode cobrar até 0,5% do capital amortizado em taxa variável e até 2% em taxa fixa — sem comissão quando o reembolso se deve a morte, desemprego ou deslocação profissional. Confirma no teu contrato o valor que te cobram.
Reforça o teu fundo de emergência
Provavelmente já ouviste falar nisto, mas vale sempre a pena reforçar. Um fundo de emergência é uma poupança que deve equivaler a entre 3 e 6 meses das tuas despesas mensais. O ideal é guardá-lo numa conta-poupança de fácil acesso e com liquidez imediata, para poderes usá-lo caso surja um imprevisto, por exemplo, em caso de desemprego ou de uma doença.
Sendo assim, considera alocar uma percentagem do subsídio de Natal ao teu fundo de emergência, é uma forma fácil de o veres crescer.
Inicia ou reforça as tuas aplicações financeiras
Sabemos que o mundo dos investimentos pode ser confuso e intimidante. Se estás a começar, há produtos com menos risco e montantes baixos, como depósitos a prazo, certificados de aforro ou seguros de capitalização em que o capital não fica exposto ao mercado. Um PPR pode ser constituído sob a forma de seguro, sem exposição do capital ao mercado, ou de fundo de investimento, exposto ao mercado e com risco de perda — confirma qual é antes de subscrever.
Na verdade, a opção certa depende da tua situação! Se já tens aplicações financeiras ativas ou se estás a iniciar-te neste mundo. E, sobretudo, irá depender do teu perfil investidor, ou seja, a tua aversão ou tolerância ao risco, o tempo que pretendes investir, o conhecimento que tens na área e a diversidade de ativos que já tens.
De forma geral, lembra-te de que as aplicações financeiras de curto prazo e sem exposição ao mercado resultam num retorno baixo, ao contrário daquelas em que a volatilidade do capital está presente, mas também trazem com elas mais risco associado.
Investir em ti é um bom negócio
Aproveita este rendimento extra para finalmente fazeres a formação que tens adiado ou para desenvolver o projeto pessoal que ficou na gaveta. Ou até adquirir ferramentas de trabalho mais dispendiosas.
Garante que consegues fazer frente às tuas despesas
Cada um de nós tem as suas prioridades, mas é muito provável que nesta lista encontres algo que merece a tua atenção. Por isso, porque não aproveitar uma parte do subsídio de Natal para riscar já algumas despesas da tua lista?
- IUC
- IMI
- Seguros (saúde, automóvel, etc.)
- Propinas
Se já caiu ou não o subsídio de Natal na tua conta, o que conta é que agora conheces mais formas de o aproveitar, para além dos presentes e dos jantares.
E, na dúvida, escolhe a tua liberdade financeira e, acima de tudo, estar verdadeiramente presente com quem mais amas neste Natal!
Encontramo-nos em breve, Carolina Francisco
Artigo da CrediSegur (CRRF – Brokerage, Lda.), intermediário de crédito vinculado registado no Banco de Portugal sob o n.º 0001290. Apresentamos propostas dos bancos com quem temos contrato de vinculação, identificados na Informação aos consumidores, e não prestamos serviços de consultoria. Agente de seguros inscrito na ASF sob o n.º 421571530.




