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O que me falta para conseguir comprar casa?

Diz-nos a casa que queres. Mostramos o que te falta: entrada, custos, rendimento ou créditos a mais. E em que mês ficas pronto, com cada mudança que fizeres.
  • Regras dos bancos e impostos de 2026
  • Garantia pública e IMT Jovem
  • Sem custos nem compromisso
Que idade tens?

Três perguntas e ficas a saber o que te falta para comprar casa

Se comprares com outra pessoa, soma os rendimentos e as poupanças dos dois.
€

Contamos com 200 000 €, um valor de referência. Põe o teu para teres a conta certa.
€

Contamos com 2 200 € por mês, um valor de referência.
€

Contamos com 15 000 €, um valor de referência.
Contamos que é a tua primeira casa, que tens 30 anos, que poupas 10% do que ganhas e que não tens outros créditos. Usamos uma taxa de juro de referência de 3,67%. São pressupostos.

Como fazemos a conta

Dizemos se já tens o que é preciso para comprar casa e, se não, quanto tempo falta.
  1. Quanto tens de ter de lado

    Entrada, sinal do contrato-promessa, IMT, Imposto do Selo e escritura. Com a garantia pública, a entrada pode baixar.Regra do regulador; Regra legal · DL n.º 44/2024; Pressuposto
  2. Se a prestação cabe

    Testamos a prestação hipotética com a taxa de esforço e a taxa agravada.Regra do regulador
  3. Quanto tempo falta

    Se falta dinheiro, dividimos o que falta pelo que consegues poupar por mês.Os teus dados; Pressuposto

Casos ilustrativos

Ilustração: a Íris e o Gustavo com a chave da primeira casa
Exemplo ilustrativo

A Íris e o Gustavo achavam que ainda lhes faltavam anos.

A Íris tem 31 anos e o Gustavo é mais novo. Vivem na Trofa. Querem um T3 de 210 000 €. Juntos ganham 2 700 € por mês, têm 9 500 € de poupanças e conseguem pôr de lado 450 € por mês.
  1. 1«Com o que temos de lado, quanto tempo falta para comprarmos casa?»
  2. 2Pela regra dos 10% de entrada, precisavam de 24 174 €: faltavam-lhes 14 674 €, 2 anos e 7 meses a poupar. Com a garantia pública, o banco pode emprestar até 100% do preço e passam a precisar só de 3 300 €, para a escritura e o Imposto do Selo do crédito. E a prestação cabe: leva 37,3% do rendimento, com a taxa 1,5 pontos mais alta.
  3. 3Como a garantia só vale para contratos até 31/12/26, pediram logo à CrediSegur a comparação do crédito em vários bancos.

Prestação estimada 810 €/mês

Com a garantia públicajá

Com a garantia pública
já
em vez de 2 anos e 7 meses de espera
Prestação estimada
810 €/mês
37,3% do rendimento, com a taxa 1,5 pontos mais alta
IMT Jovem
5 922 €
de impostos poupados
«Pensávamos que o problema era o ordenado. Era só a entrada.» — Íris
Ilustração: o Xavier com o carro, a olhar para a casa que quer comprar
Exemplo ilustrativo

O Xavier tinha a entrada. O que o travava era o crédito do carro.

Tem 38 anos e vive em Felgueiras. Quer um T2 de 165 000 €, ganha 1 750 € por mês e já juntou 22 000 €. Paga 265 € por mês pelo carro. Nunca tinha pensado que essa prestação contava para o crédito da casa.
  1. 1«Tenho mais de 10% de entrada. Porque é que o banco não me empresta o resto?»
  2. 2Para a entrada e os custos, precisava de 22 510 € e tinha 22 000 €. O problema era outro: com a do carro, as prestações levavam 59% do rendimento, e o limite que o Banco de Portugal recomenda é 45%. Para compensar, precisava de mais 46 895 € do seu dinheiro.
  3. 3O crédito do carro acaba daqui a um ano. Nessa altura, o Xavier já tem a entrada e a prestação cabe. Pediu à CrediSegur que o acompanhasse até lá.

Com o crédito do carro 10 anos e 1 mês

Sem a prestação do carro2 meses

Sem a prestação do carro
2 meses
é o que falta poupar
Com o crédito do carro
10 anos e 1 mês
de espera
Hoje, consegue comprar até
119 000 €
de preço
«Andava a juntar para a entrada e o obstáculo estava na garagem.» — Xavier
*Exemplo ilustrativo e não vinculativo, com personagens e valores fictícios, que não correspondem à oferta de nenhuma instituição de crédito. Não constitui uma proposta de crédito nem substitui a análise da situação financeira e pessoal de cada cliente, nem a aprovação da instituição de crédito mutuante. Os valores de TAN, TAEG e MTIC são apresentados nos termos do DL n.º 74-A/2017 e do Aviso do Banco de Portugal n.º 5/2024; os valores efetivos são calculados pela instituição de crédito mutuante na Ficha de Informação Normalizada Europeia (FINE). CrediSegur (CRRF – Brokerage, Lda.) — intermediário de crédito vinculado registado no Banco de Portugal com o n.º 0001290. Casos ilustrativos: personagens, valores e condições são fictícios e servem apenas para demonstrar o funcionamento do simulador. As taxas de juro são pressupostos e não propostas de crédito. A concessão de crédito está sujeita à aprovação do banco.

O que é verdade e o que é mito na compra da primeira casa

Quatro ideias que ouvimos muitas vezes, e o que fazer em cada uma.
  • Mito«Preciso de 20% de entrada.»Falso. O banco empresta até 90% do preço da casa para viver. Até aos 35 anos, com a garantia pública, pode emprestar até 100%, em contratos assinados até 31/12/26.O que fazer: Faz a conta com 10% e junta os custos.
  • Depende«Com a garantia pública, não preciso de dinheiro.»Precisas na mesma do dinheiro para a escritura e para o Imposto do Selo do crédito. E a prestação fica mais alta, porque pedes mais.O que fazer: Vê se a prestação a 100% cabe no teu rendimento.
  • Verdade«O crédito do carro pode impedir o da casa.»Verdade. Os bancos somam todas as prestações. Um carro ou um cartão podem deixar pouco espaço para a casa.O que fazer: Vê quanto tempo ganhas se acabares com esses créditos.
  • Mito«Se pago esta renda, pago a prestação.»Falso. O banco faz a conta com uma taxa de juro mais alta do que a de hoje e pede entrada. Pagar a renda não chega como prova.O que fazer: Testa a prestação com a taxa mais alta, como os bancos fazem.

Perguntas frequentes

Pelo menos 10% do preço para a entrada, mais os custos: IMT, Imposto do Selo, escritura e registos. Numa casa de 200 000 €, sem ajudas, são cerca de 28 300 €. Até aos 35 anos, na primeira casa, o IMT Jovem baixa os custos para cerca de 23 100 €.
O Estado garante até 15% do preço da casa a quem tem até 35 anos e compra a primeira casa para viver, até 450 000 €. Assim, o banco pode emprestar até 100% do preço. Vale para contratos assinados até 31 de dezembro de 2026. A lei prevê que possa ser prolongada, mas ainda não foi. Há um limite de rendimento e nem todos os bancos aderiram.
Quem tem até 35 anos e compra a primeira casa para viver não paga IMT nem Imposto do Selo sobre o preço até um certo valor, e acima dele, até um segundo limite, só paga sobre a parte que passa. Conta como primeira casa se não foste dono de nenhuma nos últimos três anos.
Somam as prestações de todos os teus créditos e comparam com o rendimento da família, depois dos descontos. Na taxa variável ou mista, a prestação da casa é calculada com uma taxa de juro mais alta do que a atual (até 1,5 pontos acima). O total não deve passar de 45% do rendimento. É uma recomendação do Banco de Portugal, que os bancos seguem.
Até aos 35 anos, por 40 anos. Entre os 36 e os 40, por 35 anos. Depois, os bancos costumam pedir que o crédito acabe antes dos 75 anos. Conta a idade de quem é mais velho. Quanto mais curto o prazo, mais alta a prestação.
Conta com um rendimento baixo por ano (2,5%), como pressuposto. Não é garantido. Podes mudá-lo ou pôr zero em «Afinar pressupostos».
Dados oficiais verificados em 20/10/2026 · Fontes: Diário da República, Autoridade Tributária, Banco de Portugal, INE, Segurança Social, Assembleia da República · ver fontesDados do INE – Portugal, reutilizados ao abrigo da licença CC BY 4.0.
Nota importante: Simulação informativa, com as tabelas do IMT e do Imposto do Selo de 2026 para habitação própria e permanente no Continente, as regras do Banco de Portugal para o crédito habitação e o regime da garantia pública para jovens. A taxa de juro e o rendimento da poupança são pressupostos que podes mudar; não são propostas de crédito nem rentabilidades garantidas. Não constitui aconselhamento fiscal nem financeiro. Pressupostos da preparação para comprar: Pressupostos CrediSegur. Garantia pública: DL n.º 44/2024 (garantia do Estado na primeira casa de jovens até 35 anos; contratos até 31/12/2026, com prorrogação possível). A CRRF – BROKERAGE, LDA (CrediSegur) é intermediário de crédito vinculado registado no Banco de Portugal (n.º 0001290) e agente de seguros registado na ASF (n.º 421571530); não cobra honorários pela intermediação de crédito. A concessão de crédito está sujeita à aprovação do banco. Propostas de seguro só depois da análise das necessidades do cliente.